Um ano de muitos desafios

Um ano de muitos desafios

Chegamos ao início de mais um ciclo. O ano de 2021 foi, novamente, de muitos desafios. O Brasil e o mundo conviveram, por mais um período, com o inimigo invisível, muito embora a luz do fim do túnel tenha se aproximado, através da vacinação em massa. O Brasil errou muito no enfrentamento à pandemia. Demorou dar as respostas necessárias, baseadas na ciência. Felizmente, nossas instituições, expressões maiores da nossa democracia, mostraram seus valores e fizeram as correções necessárias para que o trem voltasse para o trilho. Assim, apontamos equívocos na condução política, identificamos irregularidades e direcionamos os esforços para a imunização em massa.

Foi um ano triste para centenas de milhares de famílias. Para muitas, a pandemia deixou de ser um número atualizado diariamente nos jornais e telejornais. Ela se transformou em nomes e sobrenomes. Amigos, colegas de trabalho, vizinhos, familiares, pais, avós, filhos, netos, sobrinhos, tios. Não é difícil encontrar histórias de quem perdeu alguém para a doença. E quantas destas mortes poderiam ter sido evitadas?
Certamente, 2021 dará muitos a lembrança de tristeza, saudade e até mesmo de revolta. Mas também de aprendizado para as gerações futuras. Os erros jamais poderão ser repetidos.

Agora, este ciclo, que se inicia em 2022, mais do que nunca, representa renovação e esperanças por dias melhores. Mas o nosso país só alcançará êxito se conseguir despertar o sentimento de Nação.

Nação é quando uma sociedade olha, unida, para um mesmo propósito. Evidentemente, isso não significa a perda do espaço para o contraditório. Ao contrário, esse deve sempre existir para o fortalecimento da democracia. Mas diferenças de opiniões não podem dividir, segregar e fazer do Brasil um país em conflito eterno.

É com este pensamento que olho para 2022. Apesar do difícil e conturbado momento político, em que a ideologia nos separa, precisamos unir esforços e caminhar com menos disputa. Encontrar aquilo que nos une enquanto sociedade para, juntos, buscarmos equacionar as dificuldades que ainda deveremos enfrentar. E elas são muitas: o desemprego é recorde, a inflação está descontrolada, o crescimento econômico se tornou um sonho, a política está desacreditada e a distribuição de renda e a Justiça Social deixaram de ser propósitos prioritários. É preciso mudar isso.

Temos as ferramentas necessárias para fazer deste ainda sonho uma realidade. Basta querer. Basta encontrarmos um projeto capaz de resgatar as esperanças e fazer, de nós, uma só Nação.

E 2022 pode ser este ano. E é com esta vontade que eu caminharei ao lado daqueles que pensam como eu.

Entre em contato comigo!