Júlio Delgado participa da COP 23

Júlio Delgado participou, em novembro de 2017, da 23ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (United Nations Climate Change Conferences), a COP 23, em Bonn, na Alemanha. O principal objetivo do evento foi levar as nações para o próximo nível de ambição necessária para combater o aquecimento global e colocar o mundo em um caminho mais seguro e próspero. Durante duas semanas, delegações de quase 200 países debateram sobre a divisão de responsabilidades entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Saiba o que os participantes conheceram na COP 23

Além dos diplomatas envolvidos diretamente na discussão dos acordos, o Brasil se fez representar com a montagem de um stand chamado “Espaço Brasil”. Nele, estava sendo apresentada uma série de trabalhos desenvolvidos no país. Júlio cita dois destaques: 1) as experiências apresentadas pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG – para a redução da produção dos gases responsáveis pelo efeito estufa. 2) estudos do Ministério do Meio Ambiente de mapeamento das propriedades com reserva natural de florestas.

“Durante a Missão Oficial, acompanhamos de perto as manifestações das ONGs contra o aquecimento global, realizadas no centro de Bonn. Participamos também das várias reuniões plenárias realizadas em diversos pontos do evento. Chamou-nos a atenção, o balanço feito sobre os trabalhos realizados na primeira semana da conferência. Foram apresentados os principais países que ainda não tomaram providências para cumprir o Protocolo de Kyoto, especificamente no tocante à emissão de gases poluentes. Lamentável dizer que o Governo brasileiro, em nota do Ministério de Relações Exteriores reconhece que, apesar de signatário do tratado, nosso país não tomou qualquer providência para coloca-lo em ação”, declara o deputado.

Experiências tecnológicas

Durante a conferência, os participantes foram a Zurique para início da First Innovation Trip Mission, organizada pela Câmara de Comércio Suíço-Brasileira. O objetivo foi conhecer as principais entidades na área acadêmica e tecnológica. Nesse caso, uma produtiva agenda no ETH (Instituto Federal de Tecnologia de Zurique), criado em 1855 e que já teve seis Prêmios Nobel. “Vimos as diferenças de acesso a essa conceituada universidade comparativamente às universidades públicas do Brasil”, conta Júlio.

Além disso, eles conheceram o Technopark, uma espécie de Vale do Silício suíço e com brasileiros trabalhando com startups na área de TI. “Visitamos duas empresas Philip Morris, instalada em Neuchâtel, onde conhecemos os investimentos em produtos para atender o mercado consumidor mundial como o Iqos Heets. Em Stein, na fronteira com a Alemanha, visitamos os centros de pesquisas biológicas em plantas de clima tropical e temperado para a produção de defensivos. Eles têm como fundamento a sustentabilidade ambiental, a segurança dos consumidores e a renda dos produtores”, finaliza.

Quer saber mais? Acesse o site oficial: cop23.unfccc.int